Celular Seguro: Em menos de um mês de lançamento, plataforma recebe quase 1 milhão e meio de usuários cadastrados

 Celular Seguro: Em menos de um mês de lançamento, plataforma recebe quase 1 milhão e meio de usuários cadastrados

Desde o início do lançamento do aplicativo Celular Seguro, em 19 de dezembro de 2023, em menos de um mês, mais de um milhão de usuários realizaram o cadastro na plataforma. O software, disponível para Android e iPhone (IOS), foi criado no intuito de prevenir o uso indevido de celulares roubados ou furtados, como pretende o Ministério de Justiça e Segurança Pública.

Com o aplicativo Celular Seguro, quem tiver o aparelho roubado ou furtado poderá avisar de uma vez várias instituições parceiras do governo, como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e bancos. Segundo o Ministério de Justiça e Segurança Pública até a manhã do dia 1° de janeiro mais de 750 mil usuários foram registrados via site ou aplicativo na página Gov.br e incluídas mais de 690 mil pessoas de confiança.

Veja como realizar o cadastro

Para efetuar o cadastro o Celular Seguro, antes, o usuário deve acessar a própria conta no portal Gov.br, com login do CPF e senha. Não há limite para o cadastro de números, mas é preciso que eles estejam vinculados ao CPF para que o bloqueio seja efetivado.

A pessoa cadastrada poderá indicar outras de sua confiança, que estarão autorizadas a efetuar os bloqueios, caso o titular tenha o celular roubado, furtado ou extraviado.

É possível ainda que a própria vítima bloqueie o aparelho acessando o site por um computador. Além disso, é possível acessar o aplicativo por meio de navegadores, como o Google Chrome e o Microsoft Edge, e registrar a ocorrência, de forma simples.

O cidadão poderá acionar os bancos e sua operadora telefônica para o bloqueio do acesso remoto às contas e o sinal do dispositivo, em um processo simples. No entanto, o bloqueio não é imediato e pode variar conforme a instituição bancária, em até 24 horas após o registro do sinistro.

Após o registro de perda, roubo ou extravio do celular, os bancos que aderiram ao projeto farão o bloqueio das contas.

De acordo com a Febraban, o bloqueio dos aparelhos celulares, acontece por meio dos códigos dos IMEIs dos dispositivos, que funcionam como uma “impressão digital” única de cada celular.

Este número de identificação, IMEI, permite que as operadoras identifiquem os aparelhos conectados à sua rede de telefonia móvel. O número IMEI pode ser acessado no menu “Configurações” do aparelho e fica disponível na aba “Sobre o telefone”. O número do IMEI aparecerá junto aos números de telefone, modelo e série do aparelho. Outra forma de encontrar o IMEI do celular é procurar na nota fiscal do aparelho ou na embalagem.

O corte das linhas telefônicas, porém, entrará em vigor até fevereiro deste ano.

Para conhecer as empresas que já aderiram ao aplicativo, o usuário pode conferir os termos de uso da plataforma. Até o momento, já aderiram à iniciativa 12 bancos: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Santander, Itaú, Banco Inter, Sicoob, XP Investimentos, Banco Safra, Banco Pan, BTG Pactual e Sicredi.